domingo, 8 de junho de 2014

Experiencia de Oração- Pregação de Guilherme Teles





"Tomai o capacete da Salvação e a Espada do Espírito, que é a Palavra de Deus".



2 Timóteo 3, 14.
Temos que permanecer firmes naquilo que aprendemos e aceitamos como o certo, pois sabemos de quem aprendemos e para isso precisamos ter um encontro diariamente com Deus. Porque Ele nos afirma: "Descerá sobre vós o Espirito Santo e darás a força para serdes minhas testemunhas" (At 1,8). E para sermos testemunhas de Deus e para que o Espírito Santo dessa sobre nós o Nº 81 do Catecismo vai nos dizer: "A Sagrada Escritura é a Palavra de Deus enquanto redigida sob a moção do Espírito Santo". Ignorar as Escrituras é ignorar as pessoas amadas, porque Cristo nos ensina a partir das escrituras a amar as pessoas, logo que vivemos e aprendemos sobre as escrituras, somos pessoas amadas. A Sagrada Escritura nos ensina:

  • Crescer na fé;
  • Nos Fortalecer;
  • Conhecimento;
  • Vida;
  • E nos torna fonte de água viva, como a mulher do poço de Jericó;
E partir da leitura que vamos recebendo tudo isso e nos entregaremos mais no amor de Deus. Ela também nos leva a conhecer o Coração de Cristo, porque é a partir dela que conhecemos a Deus e quem não conhece a Bíblia não conhece a Deus. Se sabemos amar a Igreja Católica logo saberemos amar a Sagrada Escritura. E para que possamos viver essa vida santa, precisamos renunciar a muitas coisas, pois não existe uma vida santa sem renuncia como os mártires são um exemplo vivo, renunciaram a muitas coisas em suas vidas menos naquilo que eles acreditavam que é a Sagrada Escritura. Aquele que vive uma vida de espírito e santidade vive na Cruz, o verdadeiro Cristão se oferece a Deus, como um sacrifício diário. Por fim, devemos ser testemunhos do Evangelho assim que conheceremos aquele que vive, pois é da palavra que ele "viverá".

Pregador Guilherme fundador da Comunidade Católica Madeiro da Cruz 31/05/2014, 3º Experiencia de Oração



Fotos por Danieli Anjos 
Texto por Willian Silva .

sábado, 7 de junho de 2014

Santo do dia - Santo Antônio Maria Gianelli





Entre as múltiplas atividades deste santo lígure, da província de Gênova, está uma associação de nome insólito por ter sido fundada por um pároco, a “sociedade econômica”, embora de finalidades evangélicas. Propunha-se, com efeito, a educar e assistir moralmente as jovens, confiadas aos cuidados das “damas da caridade” — um nome igualmente inusitado, mudado em 1829 para o bem conhecido “filhas de Maria”. A congregação teve um rápido desenvolvimento na América Latina, onde o padre Antônio durante suas visitas era chamado pelo povo de “o santo das irmãs”.
Pároco de Chiavari de 1826 a 1838, não se confinou aos limites de sua vasta paróquia. Um ano depois da nomeação já lançara as bases para a fundação de uma congregação masculina, posta sob o patrocínio de santo Afonso de Ligório, reunindo jovens sacerdotes para as missões populares e para o amparo de paróquias particularmente necessitadas. Os missionários “ligorianos” assumiram o nome de oblatos de santo Afonso.
Eleito bispo de Bobbio em 1837, introduziu na diocese as reformas já promovidas como pároco de Chiavari, instituindo um seminário. Neste reapresentava aos estudantes de filosofia e de teologia a negligenciada Summa de são Tomás de Aquino, em um momento singular, em razão do avanço de um positivismo ateu e de um racionalismo que se haviam infiltrado até mesmo entre os estudiosos católicos. 
Cuidou, pois, da formação do clero com mão enérgica, removendo párocos pouco zelosos e recorrendo com freqüência à colaboração de seus oblatos. Pastor vigilante, mas caritativo e compreensivo, tomista convicto, mas não fechado às novas correntes do pensamento e à renovação da filosofia escolástica, que naqueles anos fermentava em torno do grande pensador e santo sacerdote Antônio Rosmini.
D. Gianelli morreu aos 57 anos, depois de uma vida relativamente breve, mas intensa, dedicada com coração e espírito de missionário às obras benéficas no campo ­religioso e social. Foi canonizado por Pio XII, a 21 de outubro de 1951.


Fonte: Portal Paulinas

Experiência de Oração- Pregação de Flavio Felisberto

"Revesti-vos da Armadura de Deus"

Efésios 6, 10-20.
Eclesiástico 2.
Precisamos nos revestir da armadura de Deus, pois se nos oferecemos para servir ao Senhor, temos que nos preparar para a prova. Porque seremos provados na família, no emprego, nos estudos e em todos os momentos que estivermos em nossa volta. E para isso precisamos saber: COMO ME SINTO COM A MINHA CRUZ? COMO ME SINTO NAS TRIBULAÇÕES?
Precisamos saber louvar a Deus mesmo nesses momentos difíceis, pois é dessa forma que mostrara quão Cristão somos. Mas para que saibamos ser verdadeiros Cristãos precisamos ter:









  • Vida de Oração: O demônio vai nos atrapalhar para que não possamos nos entregar em oração e ter uma intimidade verdadeira cada vez mais a Cristo. Sem vida de oração, não permanecemos firmes no caminho. Precisamos rezar em todas as circunstâncias da vida.

    • Discernimento dos Espíritos: Para entender oque Deus quer de nós e como devemos fazer a vontade dele.
    • Cultivar nossa fé: O inimigo vai querer acabar com tudo aquilo que acreditemos e queremos viver é importante que cultivemos essa fé no Cristo Ressuscitado. Mesmo que nossa fé seja do tamanho de um grão de mostarda podemos fazer o impossível e para isso basta CRER e CONFIAR.

    "Um dos grades alvos do inimigo, nesse tempo é a nossa FÉ". (Gabriele Amorth)
    •  Palavra de Deus(Bíblia): Essa que é a espadá do Cristão, precisamos medita-la todos os dias,vive-la todos os dias. São Francisco vai nos dizer "Pregai o Evangelho em todo o tempo. Se necessário use palavras".
    • Vida Sacramental: Viver o sacramentos a nós confiado, confessando sempre, comungando em todas as missas que participarmos e exercitar os sacramentos e os sacramentais que recebemos para que assim nossa vida seja mais aprofundada em Cristo. Assim conseguiremos alcançar muitas graças de Deus.
    "Nós não podemos comungar sem antes adorar!" (Santo Agostinho)


    "Se queres receber poucas graças visite poucas vezes a capela, se queres receber muitas graças visite muitas vezes a capela". (Dom Bosco)




    Devoção Mariana: Devemos ter uma proximidade de mãe e filho com Maria, para que ela possa nos conduzir ao Cristo. Rezando o Quarto do Rosário todos os dias.
    Por fim deixaremos de ser SERVOS e nos tornaremos AMIGOS de Cristo, em João 15, 15. Cristo nos diz: "Já não vos chamo servos, porque  o servo não sabe o que seu senhor faz; mas vos chamo amigos, porque tudo o que ouvi de meu Pai vos dei a conhecer".

    Pregação de Flavio Felisberto na 3º Experiência de Oração no dia 31/05/2014.









    Fotos por Danieli dos Anjos
    Texto por Willian Silva  

    sexta-feira, 6 de junho de 2014

    Santo do dia - São Marcelino Champagnat





    Marcelino José Benedito Champagnat nasceu na aldeia de Marlhes, próxima de Lion França, no dia 20 de maio de 1789, nono filho de uma família de camponeses pobres e muito religiosos. O pai era um agricultor com instrução acima da média, atuante e respeitado na pequena comunidade. A mãe, além de ajudar o marido vendendo o que produziam, cuidava da casa e da educação dos filhos, auxiliada pela cunhada, que desistira do convento. A família era muito devota de Maria, despertando nos filhos o amor profundo à Mãe de Deus.

    Na infância, logo que ingressou na escola, Marcelino sofreu um grande trauma quando o professor castigou um dos seus companheiros. Ele preferiu não freqüentar os estudos e foi trabalhar na lavoura com o pai. E assim o fez até os quatorze anos de idade, quando o pároco o alertou para sua vocação religiosa.

    Apesar de sua condição econômica e o seu baixo grau de escolaridade, foi admitido no seminário de Verrièrres. Porém, a partir daí, dedicou-se aos estudos enfrentando muitas dificuldades. Aos vinte e sete anos, em 1816, recebeu o diploma e foi ordenado sacerdote no seminário de Lion.

    Talvez por influência da sua dura infância, mas movido pelo Espírito Santo, acabou se dedicando aos problemas e à situação de abandono por que passavam os jovens de sua época, no campo da religião e dos estudos. Marcelino rezou e meditou em busca de uma resposta a esses problemas que antecederam e anunciavam a Revolução Francesa.

    Numa visita a um rapaz doente, descobriu que este, além de analfabeto, nada sabia sobre Deus e sobre religião. Sua alma estava angustiada com tantas vidas sem sentido e sem guia vagando sem rumo. Foi então que liderou um grupo de jovens para a educação da juventude. Nascia, então, a futura Congregação dos Irmãos Maristas, também chamada de Família Marista, uma Ordem Terceira que leva o nome de Maria e sua proteção.

    Sua obra tomou tanto vulto que Marcelino acabou por desligar-se de suas atividades paroquiais, para dedicar-se, completamente, a essa missão apostólica. Determinou que os membros da Congregação não deveriam ser sacerdotes, mas simples irmãos leigos, a fim de assumirem a missão de catequizar e alfabetizar as crianças, jovens e adultos, nas escolas paroquiais.

    Ainda vivo, Marcelino teve a graça de ver sua Família Marista crescendo, dando frutos e sendo bem aceita em todos os países aonde chegaram. Ainda hoje, temos como referência a criteriosa e moderna educação marista presente nas melhores escolas do mundo.

    Marcelino Champagnat morreu aos cinqüenta e um anos, em 6 de junho de 1840. Foi beatificado em 1955 e proclamado santo pelo papa João Paulo II em 1999. Ele é considerado o "Santo da Escola" e um grande precursor dos modernos métodos pedagógicos, que excluem todo tipo de castigo no educando.

    Cerco de Jerico de 17/05/2014 a 23/05/2014

    Em nossa Paroquia tivemos a oportunidade de participar do 2º Cerco de Jericó que aconteceu entre os dia 17/05 a 23/05. Tivemos a presença de diversos Padres da nossa diocese de Campo Limpo e foram dias cheios de bençãos . 

    Deixo com vocês algumas fotos desses dias abençoados !!! 




    quinta-feira, 5 de junho de 2014

    Santo do dia - São Bonifácio





    A esse infatigável missionário inglês atribui-se o mérito de haver tornado possível, com a evangelização dos povos germânicos de além Reno, a organização política e social européia, concretizada pouco depois por Carlos Magno.
    Vinfrido, que receberá o nome do mártir Bonifácio em 719, quando o papa Gregório II lhe confiar a missão entre as populações germânicas, nasceu em Crediton, no Devon. Aos cinco anos ingressou no mosteiro beneditino de Exter. 
    Ordenado sacerdote em Winchester, seguindo o exemplo dos monges ingleses e irlandeses, dirigiu-se ao continente impelido pelo desejo de levar o Evangelho às populações pagãs da Europa central. As circunstâncias não lhe foram favoráveis. Voltou dois anos depois, munido desta vez da aprovação e do mandato do papa, que lhe entregou uma carta de recomendação endereçada ao poderoso Carlos Martel, rei dos francos.
    Bonifácio trabalhou por um par de anos ao lado de Vilibrordo, outro célebre missionário, visitando a Baviera, a Turíngia e a Frísia, e batizando milhares de pagãos. O papa Gregório II apreciou a obra do dinâmico missionário e o convocou a Roma, nomeando-o em 722 bispo de toda a Germânia transrenana. De 724 a 731, Bonifácio dedicou-se à evangelização da Saxônia, cujas populações eram inteiramente pagãs. Nessa difusão foi coadjuvado por missionários ingleses e irlandeses que ele deixava depois para continuar a obra nas várias missões.
    Os sacerdotes adaptavam-se a fazer de tudo um pouco: professores, carpinteiros, enfermeiros. Alguns foram postos à frente de mosteiros fundados pelo santo bispo, agora arcebispo de Mogúncia, depois que o novo papa Gregório III lhe enviou de Roma o pálio com autoridade de ordenar outros bispos nos territórios evangelizados.
    Em 753 elegeu seu fiel discípulo Lul para coadjutor na sede de Mogúncia, e partiu para a última missão na Frísia. Desceu com algumas embarcações ao longo do Reno e se dirigiu a Dokkum, onde se haviam reunido numerosos neófitos para a crisma no dia de Pentecostes. Durante a celebração de 5 de junho, uma turba de frisões, armados de espada, irrompeu no acampamento. Bonifácio tomou como escudo o evangeliário, mas um golpe de espada talhou em dois o livro e fendeu a cabeça do infatigável ancião. O bispo Lul transportou seu corpo para o mosteiro fundado pelo santo em Fulda, centro propulsor da espiritualidade e da cultura religiosa da Germânia.


    Fonte: Portal Paulinas

    quarta-feira, 4 de junho de 2014

    Santo do dia - São Francisco Caracciolo




    Ascânio Caracciolo era um italiano descendente, por parte de mãe, de santo Tomás de Aquino, portanto, como ele, tinha vínculos com a elite da nobreza. Nasceu próximo de Nápoles, na Vila Santa Maria de Chieti, em 13 de outubro de 1563. A família, muito cristã, preparou-o para a vida de negócios e da política, em meio às festas sociais e aos esportes.

    Na adolescência, decidiu pela carreira militar. Mas foi acometido por uma doença rara na pele, parecida com a lepra e incurável também. Quando todos os tratamentos se esgotaram, Ascânio rezou com fervor a Deus, pedindo que ele o curasse e prometendo que, se tal graça fosse concedida, entregaria a sua vida somente a seu serviço. Pouco depois a cura aconteceu.

    Cumprindo sua determinação, tinha então vinte e dois anos, foi para Nápoles, onde estudou teologia e ordenou-se sacerdote. Começou seu trabalho junto aos "Padres Brancos da Justiça", que se dedicavam ao apostolado dos encarcerados, doentes e pobres abandonados.

    Entretanto, Deus tinha outros planos para ele. Na organização dos "Padres Brancos" havia um outro sacerdote que tinha exatamente o seu nome: Ascânio Caracciolo, só que era mais velho. Certo dia de 1588, o correio cometeu um erro, entregando uma carta endereçada ao Ascânio mais velho para o mais jovem, no caso ele. A carta fora escrita pelo sacerdote João Agostinho Adorno e por Fabrício Caracciolo, abade de Santa Maria Maior de Nápoles. E ambos se dirigiam ao velho Ascânio Caracciolo para pedir que colaborasse com a fundação de uma nova Ordem, a dos "Clérigos Regulares Menores", dando alguns detalhes sobre o carisma que desejavam implantar.

    O jovem Ascânio percebeu que a nova Ordem vinha ao encontro com o que ele procurava e foi conversar com os dois sacerdotes. Depois os três se isolaram no mosteiro dos camaldulenses, para rezar, jejuar e pedir a luz do Espírito Santo para a elaboração das Regras. Ao final de quarenta dias, com os regulamentos prontos, Ascânio propôs que fosse incluído um quarto voto, alem dos três habituais de pobreza, obediência e castidade: o de não aceitar nenhum posto de hierarquia eclesiástica. O voto foi aceito e incorporado à nova Ordem.

    Quando a comunidade contava com doze integrantes, os três foram ao papa Xisto V pedir sua aprovação, concedida no dia 1o de junho de 1588. Um ano depois, Ascânio vestiu o habito dos Clérigos Regulares Menores tomando o nome de Francisco, em homenagem ao santo de Assis, no qual se espelhava.

    Eles pretendiam estabelecer-se em Nápoles, mas o papa sugeriu que fossem para a Espanha, região que carecia de novas Ordens. Porém, ao chegarem em Madri, o rei não permitiu a sua fundação. Voltaram para Nápoles. Nessa ocasião morreu Adorno, que era o prepósito-geral da Ordem, tarefa que Francisco Caracciolo assumiu com humildade até morrer.

    Fiel ao pedido do papa, não desistiu da Espanha, para onde voltou outras vezes. Entre 1595 e 1598, Francisco fundou, em Valadolid, uma casa de religiosos; em Alcalá, um colégio; e, em Madri, um seminário, no qual foi mestre dos noviços. Mais tarde, retornou para a Casa-mãe em Nápoles, que fora transferida para Santa Maria Maior devido ao seu rápido crescimento.

    Foram atividades intensas de que seu corpo frágil logo se ressentiu. Adoeceu durante uma visita aos padres do Oratório da cidade de Agnone e morreu, aos quarenta e quatro anos de idade, em 4 de junho de 1608. Canonizado em 1807 pelo papa Pio VII, são Francisco Caracciolo foi consagrado co-padroeiro de Nápoles em 1840.


    Fonte:Portal Paulinas